O relatório a seguir é uma análise descritiva sobre a
autoavaliação de saúde dos moradores do Garimpo de Bom
Futuro, Rondônia. No ano de 2008, foi criado o projeto “Construindo
Ciência com a Comunidade do Garimpo de Bom Futuro”, no qual os moradores
tiveram que responder um questionário individual avaliando sua saúde
para criar uma base de dados (banco completo.sav) que foi
utilizada para fazer as análises. O principal objetivo é analisar a
percepção das pessoas sobre a própria saúde, tendo como variável
principal de resposta “Em geral o(a) Sr.(a) diria que sua saúde é:
Excelente; Muito Boa; Boa; Ruim; Muito Ruim”.
Para melhor entendimento do banco de dados, realizamos as seguintes manipulações:
# Pacotes que serão usados ao longo das análises
library(tidyverse)
library(haven)
library(scales)
library(gridExtra)
# Lendo a base de dados
base = read_sav('banco completo.sav')
# Selecionando as variáveis que achamos mais importantes de analisar
base_filt = base |>
select("q1", "q2_Idade","q5_outro","q6", "q10", "q12", "q15", "q16", "q25", "q28_a",
"q28_b", "q28_c", "q29", "q30", "q36","q37", "q38", "q39", "q40", "q41", "q43",
"q44", "q50",
"q54_a", "q54_b", "q55", "q66", "q67_a":'q67_d', "q71", "q78", "q84", "q82",
"q86", "q88", "q90", "q92", "q94", "q97", "q103", "q105", "q107", "q108",
"q113", "q115", "q119", "q125", "q126", "q131", "q132", "q133",
"q133_nuca","q133_ombro_esq","q133_ombro_dir","q133_braço_esq",
"q133_braço_dir","q133_alto_costas","q133_mão_esq", "q133_mão_dir",
"q133_baixo_costas","q133_nádegas","q133_coxas","q133_joelhos",
"q133_pernas","q133_pés", "q134", "q135_a":"q135_h", "q136",
"q137_a":"q137_d", "q138", "q139", "q140", "q142", "q144",
"q145", "q148", "q149", "q162_1", "q163_a":'q163_c', "q164_1":'q164_8')
# Contando quantas NAs tem em cada variável, a fim de saber se será mantida ou não na análise
base_na = base_filt |>
summarise(across(everything(), ~sum(is.na(.)))) |>
select(where(~. > 175))
# Modificando a variável q125, agrupando em apenas duas opções "Boa" e "Ruim"
base_ut = base_filt |>
filter(!is.na(q125)) |>
mutate(q125 = case_when(q125 %in% c(1,2,3) ~ "Boa",
q125 %in% c(4,5) ~ "Ruim"),
q125 = factor(q125, levels = c('Boa', 'Ruim')))
No gráfico acima, é possível observar que a maior parte das pessoas que
tem uma saúde ruim são homens.
O gráfico acima representa a frequência absoluta das faixas etárias,
dividas em 5 intervalos, retirados da classificação da OMS. É possível
observar que “Adulto Jovem” é o que mais aparece.
O boxplot acima compara a saúde autoavaliada com a idade dos moradores.
Ao analisar, é notável que a maioria das pessoas possuem uma boa saúde,
inclusive os moradores mais velhos. Destaca-se com a pior
saúde o grupo de Adulto Jovem, com 14
observações.
No gráfico acima das religiões dos moradores, agrupamos em 3 pequenos
grupos, “Católica”, “Evangélica” e “Nenhuma/Outra”, para facilitar a
visualização e a análise. Ao observar, é perceptível que a religião
católica é a que mais aparece.
No gráfico acima agrupamos as categorias com “Completo” e “Incompleto”,
para facilitar a visualização e a análise. É perceptível que a
escolaridade “Fundamental (1ª grau)
incompleto/completo” é a que mais aparece.
## # A tibble: 9 × 3
## escolaridade q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 1ª a 4ª série incompleto/completo Boa 87.7
## 2 1ª a 4ª série incompleto/completo Ruim 12.3
## 3 Alfabetizado Disfuncional Boa 87.2
## 4 Alfabetizado Disfuncional Ruim 12.8
## 5 Ensino médio (2ª grau) incompleto/completo Boa 97.9
## 6 Ensino médio (2ª grau) incompleto/completo Ruim 2.13
## 7 Fundamental (1ª grau) incompleto/completo Boa 95.4
## 8 Fundamental (1ª grau) incompleto/completo Ruim 4.55
## 9 Superior incompleto/completo Boa 100
Ao calcular a taxa, é possível observar que de 100 pessoas que moram na
região e são “Alfabetizados Disfuncionais”, cerca de
13 tem a sáude ruim.
Ao observar o gráfico, é perceptível que a principal atividade exercida
é “Trabalhador por conta própria” é a que mais
aparece.
No gráfico acima, comparamos a saúde autoavaliada com a principal
atividade dos moradores, chamando atenção o “Trabalhador por
conta própria”, com o maior número de pessoas com a sáude
ruim.
No gráfico abaixo de frequência absoluta das horas trabalhadas por
dia dos moradores, agrupamos em 5 intervalos para facilitar a
visualização e a análise.
Ao observar o gráfico, é perceptível que tem mais moradores trabalhando
de 7 a 9 horas por dia, sendo a categoria que mais
aparece.
O boxplot acima compara a saúde autoavaliada com as horas trabalhadas
dos moradores. Ao analisar, é notável que a maioria das pessoas possuem
uma boa saúde, inclusive os moradores que trabalham mais. Destaca-se com
a pior saúde as pessoas que trabalham de 7 a 9 horas,
com 8 observações.
SIM, perguntar se recebeu algum tratamento médico.
Ao analisar o gráfico , podemos ver que pouca parte da população sofreu
algum tipo de violência. E das que sofreram algum tipo de violência, a
saúde das mesmas está ligeiramente pior se comparado com as que não
sofreram algum tipo de violência.
Futuro?
como o gráfico acima indica, pessoas que vem tendo febre com frequência
tende a ter a saúde pior comparada com as pessoas que não tem febre com
frequência.
o gráfico acima nos diz que pessoas com saúde ruim teve mais tempo com
febre se comparado com as pessoas com saúde boa.
Como podemos ver no gráfico acima, pessoas que tiveram vômitos nos
últimos 30 dias, tem a saúde pior que as que não tiveram.
O gráfico acima nos diz que, a maior parte das pessoas com saúde ruim
utilizaram algum tipo de remédio nos últimos 30 dias, porém quase metade
das pessoas com saúde boa , utilizaram algum tipo de remédio.
O gráfico acima nos diz que, mais da metade das pessoas com saúde ruim,
tem algum tipo de doença que lhes acompanham por muito tempo.
Ao analisar o gráfico acima, podemos ver que , mais da metade das
pessoas que tem algum tipo de doença, possui algum empecilho de realizar
suas atividades, independente se sua saúde for boa ou ruim.
Ao olhar o gráfico , podemos perceber que, o número de pessoas que
perderam alguma parte do corpo é tão baixo que quase não implica no
estado da saúde das pessoas como um todo.
Ao analisar o gráfico acima, podemos ver que quase metade das pessoas
que tem a saúde ruim, costumam a ter tosse.
Ao olhar o gráfico acima podemos perceber que, mais da metade das
pessoas com a saúde ruim, tem dificuldade para andar em pé causada por
dor ou algum problema nos ossos, músculos ou juntas.
Como podemos ver no gráfico acima, podemos perceber que a maioria das
pessoas com a saúde ruim sentem falta de ar ao andar depressa em terreno
plano ou subir uma ladeira pouco inclinada.
Ao analisar os gráficos acima, a maior parte dos moradores não
fumam e dos que já fumaram, tem uma pior saúde.
Ao analisar o gráfico acima, grande parte dos moradores não
tiveram câncer.
Como é mostrado no gráfico acima, poucas mulheres não
engravidaram nessa região.
## # A tibble: 4 × 3
## # Groups: gravida [2]
## gravida q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 Não Boa 86.7
## 2 Não Ruim 13.3
## 3 Sim Boa 94.4
## 4 Sim Ruim 5.59
Ao observar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria das mulheres que não
engravidaram possuem uma saúde pior.
Como é mostrado no gráfico acima, a maioria das mulheres que responderam
o formulário tem de 1 a 2 filhos.
Ao observar o boxplot acima, é possível afirmar que as mulheres com a
saúde ruim possuem de 1 a 6 filhos, sendo 3 filhos a
mediana e onde possui mais casos.
Como é mostrado no gráfico acima, a maior parte das mulheres não
tiveram problemas na gravidez, entretanto, a quantidade de
mulheres que tiveram não foi um número tão baixo.
## # A tibble: 4 × 3
## # Groups: prob_grav [2]
## prob_grav q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 Não Boa 96.9
## 2 Não Ruim 3.06
## 3 Sim Boa 90.2
## 4 Sim Ruim 9.84
Ao observar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria das mulheres que
tiveram problema na gravidez possuem uma saúde
pior.
## # A tibble: 19 × 2
## tp_prob_grav total
## <chr> <int>
## 1 ABORTO 3
## 2 DENGUE 1
## 3 DOR 3
## 4 ECLAMPSE 10
## 5 ENJÔO 2
## 6 ESTRESSE 1
## 7 FALTA DE AR 2
## 8 FRAQUEZA 1
## 9 GRAVIDEZ DE RISCO 1
## 10 INCHAÇO 2
## 11 INFECÇÃO 3
## 12 MALÁRIA 9
## 13 NASCIMENTO TARDIO 2
## 14 NERVOSISMO 2
## 15 NÃO SABE 2
## 16 PERDA DE SANGUE 5
## 17 PRESSÃO ALTA 7
## 18 PRESSÃO BAIXA 2
## 19 TONTURA 1
Com a tabela acima, é notável que a maioria dos tipos de problema na
gravidez ocorre devido à eclampse, em segundo lugar
devido à malária e em terceiro à pressão alta.
Com o gráfico acima, é possível observar que a maioria das mulheres da
região nunca abortaram.
Com o gráfico acima, é possível observar que a maioria das mulheres da
região fazem exames preventivos.
## # A tibble: 4 × 3
## # Groups: exame [2]
## exame q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 Não Boa 92.5
## 2 Não Ruim 7.5
## 3 Sim Boa 94.1
## 4 Sim Ruim 5.88
Ao observar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria das mulheres que não
fazem exames preventivos possuem uma saúde
pior, mesmo que a diferença seja pouca.
Com o gráfico acima, é possível observar que a maioria das mulheres da
região nunca fizeram mamografia.
## # A tibble: 4 × 3
## # Groups: mamografia [2]
## mamografia q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 Não Boa 93.4
## 2 Não Ruim 6.62
## 3 Sim Boa 96
## 4 Sim Ruim 4
Ao observar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que que a maioria das mulheres que
nunca realizaram mamografia possuem uma saúde
pior.
A maioria das pessoas que responderam ao questionário
não aparentam ter suas atividades afetadas por algum
problema emocional.
A grande maioria das pessoas entrevistadas não tem suas
relações afetadas por problemas emocionais.
A maior parte das pessoas que responderam ao questionário
não apresentaram dor nas ultimas 4 semanas. Porém,
dentre aqueles que deram resposta positiva, a maioria possui dores nos
membros superiores com intensidade moderada (4).
A maioria dos intrevistados não têm sua rotina de trabalho afetada por
dores.
A maior parte dos entrevistados se diz animado, nervoso, calmo e
feliz.
A saúde emocional dos entrevistados não têm prejudicado
suas relações sociais.
A maior parte dos entrevistados afirma que não adoece com facilidade, se
considera uma pessoa saudável, não teve pioraras de saúde e diz possuir
uma saúde excelente.
A maioria dos entrevistados, em média, busca ajuda
médica entre um mês e um ano.
A maioria dos entrevistados não procurou ajuda médica
por não sentir necessidade.
Dentre aqueles que procuraram atendimento, os principais motivos foram
realizar consultas de rotina, doença e lesões
corporais.
A grande maioria respondeu que os atendimentos médicos foram
efetivos.
De maneira geral, os entrevistados são atendidos
quando precisam.
Com o gráfico acima, é possível observar que a coisa mais importante na
vida dos moradores é a qualidade da água de
beber.
## # A tibble: 23 × 3
## # Groups: coisa_importante [13]
## coisa_importante q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 "Ar puro" Boa 100
## 2 "Atendimento\nmédico" Boa 95.9
## 3 "Atendimento\nmédico" Ruim 4.08
## 4 "Atendimento a\nportadores de\ndeficiência" Boa 100
## 5 "Creche" Boa 80
## 6 "Creche" Ruim 20
## 7 "Cursos de\nqualificação\nprofissional" Boa 94.7
## 8 "Cursos de\nqualificação\nprofissional" Ruim 5.26
## 9 "Emprego" Boa 90.5
## 10 "Emprego" Ruim 9.52
## # ℹ 13 more rows
Ao analisar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria dos moradores que escolheram
árvores nas ruas e creche como a coisa mais importante,
possuem a saúde ruim. No entanto, vale observar que tiveram pouquissimas
respostas para “árvores nas ruas” e “creche”, por isso essas taxas
ficaram tão altas.
Com o gráfico acima, é possível observar que a a maioria dos moradores
acham o ar bom.
## # A tibble: 6 × 3
## # Groups: qualidade_ar [3]
## qualidade_ar q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 Bom Boa 93.1
## 2 Bom Ruim 6.93
## 3 NS/NR Boa 95
## 4 NS/NR Ruim 5
## 5 Ruim Boa 88
## 6 Ruim Ruim 12
Ao analisar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria dos moradores que escolheram o
ar ruim, possuem a saúde ruim.
Com o gráfico acima, é possível observar que a a maioria dos moradores
acham a água boa.
## # A tibble: 5 × 3
## # Groups: qualidade_agua [3]
## qualidade_agua q125 taxa
## <chr> <fct> <dbl>
## 1 Bom Boa 93.9
## 2 Bom Ruim 6.14
## 3 NS/NR Boa 100
## 4 Ruim Boa 82.6
## 5 Ruim Ruim 17.4
Ao analisar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria dos moradores que escolheram a
água ruim, possuem a saúde ruim.
Com o gráfico acima, é possível observar que a a maioria dos moradores
utilizam televisão.
## # A tibble: 15 × 4
## # Groups: q164_1 [2]
## q164_1 categoria q125 taxa
## <dbl> <chr> <fct> <dbl>
## 1 1 "Jornal" Boa 95
## 2 1 "Jornal" Ruim 5
## 3 NA "Televisão" Boa 92.6
## 4 NA "Televisão" Ruim 7.43
## 5 NA "Revista" Boa 85.7
## 6 NA "Revista" Ruim 14.3
## 7 NA "Rádio\nComunitária" Boa 91.8
## 8 NA "Rádio\nComunitária" Ruim 7.27
## 9 NA "Bate-papo" Boa 93.0
## 10 NA "Bate-papo" Ruim 6.99
## 11 NA "Reuniões\ncom a\ncomunidade" Boa 96.6
## 12 NA "Reuniões\ncom a\ncomunidade" Ruim 3.45
## 13 NA "Telefone" Boa 90.4
## 14 NA "Telefone" Ruim 8.8
## 15 NA "Outros" Boa 100
Ao analisar a tabela com as taxas e comparar com o gráfico de frequência
absoluta, é possível notar que a maioria dos moradores que utilizam a
revista como meio de informação, possuem a saúde
ruim.
## [1] "q5_outro" "q36" "q38"
## [4] "q40" "q41" "q43"
## [7] "q54_a" "q54_b" "q55"
## [10] "q66" "q67_a" "q126"
## [13] "q131" "q132" "q133"
## [16] "q133_nuca" "q133_ombro_esq" "q133_baixo_costas"
## [19] "q133_pernas" "q133_pés" "q134"
## [22] "q135_a" "q135_b" "q135_c"
## [25] "q135_d" "q135_e" "q135_f"
## [28] "q135_g" "q135_h" "q136"
## [31] "q137_a" "q137_b" "q137_c"
## [34] "q137_d" "q138" "q140"
## [37] "q142" "q163_b"
Todos os entrevistados que consideram sua saúde boa (positiva) não
apresentaram diminuição no tem em que se dedicam às suas atividades por
conta de problemas emocionais.
Dentre aqueles que consideram sua saúde boa, a interfer6encia foi bem
pequena.
Dentre as pessoas que consideram sua saúde ruim, a maior parte relatou
sentir dores, principalmente nos membros superiores do corpo.
Os entrevistados que dizem possuir uma saúde ruim apontam que alguma dor
corporal interferiu em seu trabalho.
Os entrevistados que dizem possuir uma boa saúde se sentem animados,
nervosos, calmos, felizes e relativamente cansados. Já os que dizem
possuir uma saúde precária apontam que estão nervosos, deprimidos,
desanimados, esgotados, cansados porém felizes.
Dentre aqueles que alegam saúde boa, apontam que nunca sofreram
interferência em seus relacionamentos por conta de problemas emocionais.
Já aqueles que possuem saúde ruim alegam que já sofreram com algum tipo
de interferência.
Dentre aqueles que dizem possuir uma boa saúde, a maioria aponta que não
adoece facilmente, é tão saudável quanto a média, não acha que sua saúde
vai piorar e sente que sua saúde é excelente. Já para aqueles com a
saúde ruim, grande parte diz que adoece facilmente em relação aos que
possuem uma boa saúde, se vêem menos saudáveis que a média, acham que
sua saúde vai piorar e não a consideram excelente.
Podemos observar que aqueles que dizem possuir boa saúde buscam
atendimento com uma frequência menor do que aqueles que relatam saúde
ruim.
Dentre aqueles que dizem ter uma boa saúde, percebe-se que adotam um
comportamento preventivo, de maneira que, a maior parte busca
atendimento para realizar consultas de rotina ou para tratar alguma
doença. Já aqueles com a saúde ruim, buscam o atendimento somente após
ter algum problema em sua grande maioria.
Dentre aqueles que apontam ter uma boa saúde, os atendimentos geralmente
resolvem seus problemas. Já os que relatam uma saúde ruim, não possuem
um resultado conclusivo, de maneira que, metade aponta ter resolvido seu
problema e a outra não.